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Última alteração a 24/09/2021
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O principal objetivo deste módulo é auxiliar a gestão de ativos no processo de criação de valor acrescentado e na obtenção de rendimentos das empresas, disponibilizando os mecanismos necessários para registar ativos e todas as operações decorrentes da vida útil do ativo.

Através do módulo de Ativos, poderá registar o ativo e efetuar a respetiva capitalização, bem como definir os critérios de depreciação do ativo. Durante a vida útil do ativo, deverá registar as depreciações regulares e imparidades, caso exista uma redução do valor contabilístico do ativo. Também é possível associar custos de manutenção/conservação ao ativo. Quando já não é expectável nenhum benefício económico, poderá efetuar a alienação ou o abate.

Funcionalidades

  • Registo de um ativo e respetiva capitalização;
  • Definição de classes de ativos para agrupar critérios de depreciação;
  • Cálculo e lançamento automático de depreciações periódicas (mensais ou anuais);
  • Registo de imparidades;
  • Registo de alienações;
  • Lançamento de documentos de abate;
  • Integração automática dos respetivos registos e lançamentos na contabilidade;
  • Emissão dos mapas legais de Portugal (modelos 31 e 32);
  • Importação do histórico de ativos.

Fluxo de trabalho

1. Registar ativos

No módulo Ativos, o fluxo de trabalho inicia-se com o registo de um ativo que, normalmente, é por aquisição (a um fornecedor), mas também pode ser gerado internamente (por exemplo um projeto de investimento ou fabrico próprio).

2. Capitalização do ativo

Após registar um ativo, o contabilista deverá registar o respetivo custo de aquisição através da capitalização do ativo para indicar que este foi colocado ao serviço na empresa numa determinada data, passando então a ser elegível para depreciação.

3. Lançamento de depreciações

Quando um ativo é capitalizado, este sofre naturalmente perda de valor devido à sua utilização e ao desgaste natural. Neste sentido, é necessário criar depreciações para indicar a redução de valor.

4. Registar imparidades

Na vida útil do ativo, podem acontecer eventos internos ou externos à empresa que originem redução do valor contabilístico de um ativo. Nestes casos, deverá criar uma imparidade.

5. Registar custos de conservação/manutenção ou proveitos

Durante a sua vida útil, o ativo pode sofrer reparações ou ter outros custos para o manter em funcionamento. Também existem situações em que o ativo pode trazer um benefício direto, por exemplo: uma renda. Nestes casos, deverá associar o ativo ao respetivo custo/proveito.

6. Efetuar alienações ou abates

Quando o ativo deixar de ser útil para a empresa ou caso já não se espere futuros benefícios económicos, poderá efetuar a respetiva venda (alienação) ou lançar o abate do ativo.

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